Durante uma aparição na 41ª Conferência Anual de Saúde do JP Morgan, o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, criticou o Bitcoin como um “esquema Ponzi descentralizado”.
Dimon tem sido sincero em suas críticas ao Bitcoin e outras moedas virtuais. Em 2017, ele chamou o Bitcoin de "fraude" e disse que qualquer trader do JPMorgan pego negociando seria demitido na hora.
Desde então, Dimon suavizou um pouco sua postura e até afirmou que acreditava que a tecnologia blockchain tinha valor. O próprio JPMorgan se interessou repetidamente pelo blockchain, apesar da atitude negativa de seu chefe em relação à criptomoeda.
No entanto, Dimon foi inflexível em sua crítica ao próprio Bitcoin. Dimon o considera um "ativo" especulativo que nunca pode substituir o dinheiro real ou se tornar um sistema de pagamento eficaz.
Ele sustenta que as criptomoedas são usadas com mais frequência para atividades ilícitas do que legais e aponta para o fato de que a maioria das pessoas as possui como veículos de investimento – porque seus preços sobem e descem descontroladamente – em vez de comprar produtos e serviços.
Dimon não está mais atacando diretamente os criptoativos como fez em 2017, mas ainda não está disposto a vê-los como algo mais do que ferramentas de especulação perigosas que não possuem valor real.
Conforme relatado pelo U.Today, Dimon classificou o Bitcoin como "sujo" e "caro" em outubro. Em dezembro, ele comparou criptomoedas a pedras de estimação.
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